"Se foi ele, deve ser punido", disse à DHA Mehmet Tanis, pai de Gokmen Tanis, um homem de 37 anos nascido na Turquia, que a polícia holandesa está procurando após o tiroteio no VLT e em "vários lugares" em Utrecht.
Segundo as autoridades, que privilegia a pista terrorista, pelo menos três pessoas foram mortas neste ataque.
De acordo com a imprensa turca, a família de Gokmen Tanis é de Yozgat, no centro da Turquia.
Mehmet Tanis disse à DHA que ele retornou à Turquia em 2008 depois de se divorciar de sua esposa, que ficou com seu filho Gokmen na Holanda, para onde haviam emigrado juntos.
Ele se casou novamente e agora mora na província de Kayseri, no centro da Turquia.
"Não existe diálogo, não tenho contato com meu filho há 11 anos. Não nos falamos desde 2008", declarou Mehmet Tanis. "Ele não tinha uma atitude agressiva, mas faz 11 anos desde então. O que aconteceu, o que ele viveu? Eu não sei", acrescentou.
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Turco Gokmen Tanis, 37 anos, é procurado pela polícia suspeito de ter matado três pessoas no tiroteio em Utrecht
O pai do suspeito do tiroteio em um VLT (veículo leve sobre trilhos) na Holanda, um homem nascido na Turquia, disse que quer que seu filho seja "punido" se realmente for o autor do ataque, informou a agência de notícias turca DHA.
"Se foi ele, deve ser punido", disse à DHA Mehmet Tanis, pai de Gokmen Tanis, um homem de 37 anos nascido na Turquia, que a polícia holandesa está procurando após o tiroteio no VLT e em "vários lugares" em Utrecht.
Segundo as autoridades, que privilegia a pista terrorista, pelo menos três pessoas foram mortas neste ataque.
De acordo com a imprensa turca, a família de Gokmen Tanis é de Yozgat, no centro da Turquia.
Mehmet Tanis disse à DHA que ele retornou à Turquia em 2008 depois de se divorciar de sua esposa, que ficou com seu filho Gokmen na Holanda, para onde haviam emigrado juntos.
Ele se casou novamente e agora mora na província de Kayseri, no centro da Turquia.
"Não existe diálogo, não tenho contato com meu filho há 11 anos. Não nos falamos desde 2008", declarou Mehmet Tanis. "Ele não tinha uma atitude agressiva, mas faz 11 anos desde então. O que aconteceu, o que ele viveu? Eu não sei", acrescentou.
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