• DESTAK

  • Home
  • Brasil
    • Política
    • Pelo país
    • Eleições 2018
  • Cidades
    • São Paulo
    • Rio de Janeiro
    • Brasília
    • ABC
    • Recife
    • Campinas
  • Seu Valor
    • Mercado
    • Empresas & Negócios
    • Seu bolso
    • Franquias
  • Mundo
  • Esportes
    • Futebol
    • Outras Modalidades
  • Diversão & Arte
    • Música
    • Livros
    • Cinema
    • TV
  • Mundo Geek
  • Viajar
  • Carreira & Formação
  • Pet
  • Figura
  • Autos
  • Saúde
  • LifeStyle
    • Insider
    • Vida Saudável
    • Arte de viver
  • Astrologia
  • Fotografias
  • Vídeos
  • Opinião Destak
    • Colunistas
    • Blogs
  • Web Destak
  • TV Destak
  • AGENDA
DESTAK // Mundo
  • Pesquisar
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Brasil
  • Seu Valor
  • Mundo
  • Diversão & Arte
  • Agenda D&A
  • Esportes
  • Cidades
  • Pet
  • Figura
  • Mundo Geek
  • Escolha seu local
Mundo

Nova Zelândia vai restringir acesso às armas de fogo

18.03.2019 08:03 por France Presse 0
Após massacre em mesquitas com 50 mortos, país da Oceania vai mudar legislação
Nova Zelândia vai restringir acesso às armas de fogo
Foto: AFP
A Nova Zelândia anunciou nesta segunda-feira que adotará uma legislação mais rigorosa para a venda de armas depois do massacre de 50 pessoas em duas mesquitas cometido por um supremacista branco, que decidiu fazer a própria defesa, sem advogado, nos tribunais.


"Tomamos uma decisão como governo, estamos unidos, disse a primeira-ministra Jacinda Ardern, ao lado do vice-premier, Winston Peters, ao anunciar medidas para restringir o acesso às armas.

Peters, cujo partido Nova Zelândia Primeiro era contrário às mudanças na lei de acesso às armas, afirmou que respalda totalmente a primeira-ministra.

"A realidade é que depois das 13h de sexta-feira nosso mundo mudou para sempre. E o mesmo acontecerá com nossas leis", disse, ao citar o horário em que começou o mais violento ataque já registrado em território neozelandês.

Ardern também anunciou a abertura de uma investigação interna sobre o ataque, que provoca muitas perguntas, em particular sobre como Brenton Tarrant, fascista autoproclamado, passou despercebido pelos radares das agências de inteligência.

As redes sociais também estão no olho do furacão pela transmissão ao vivo, no Facebook e durante vários minutos, do massacre filmado por seu autor, um australiano de 28 anos.

A empresa americana afirmou que retirou 1,5 milhão de vídeos do ar. Apesar dos esforços, as redes sociais são acusadas de não terem bloqueado as imagens em "tempo real do ataque terrorista".

Um jovem de 18 anos foi acusado nesta segunda-feira por um tribunal de Christchurch por ter divulgado o vídeo transmitido pelo autor do massacre, por ter publicado uma fotografia da mesquita de Al Noor de Christchurch com a frase "objetivo alcançado" e por incitação à violência.

A tragédia provocou uma grande comoção na Nova Zelândia, país de cinco milhões de habitantes - apenas 1% deles muçulmanos -, famoso por sua tradição de hospitalidade.

Nesta segunda-feira, os neozelandeses de todas as tendências expressaram o repúdio aos ataques e ao ódio racial.

Cerimônia de purificação

Na mesquita Al Nur foi organizada uma cerimônia maori de purificação, que reuniu neozelandeses aborígenes, líderes da comunidade muçulmana e autoridades locais. Estudantes depositaram flores e acenderam velas.

Outros participaram em um novo haka, dança tradicional maori, em homenagem aos mortos. Em Auckland, os alunos de um colégio se uniram para criar a forma de um coração e a mensagem "Kia Kaha" ("Sejam fortes").

Os organizadores do maior salão de armas da Nova Zelândia, o Kumeu Militaria Show, perto de Auckland, anunciaram o cancelamento do evento após o massacre e em consequência dos "elevados riscos para a segurança".

A Nova Zelândia reforçou a legislação sobre as armas nos anos 1990, mas as leis sobre posse de armas de fogo permaneceram muito permissivas. Quase todos os pedidos de porte de armas recebem resposta positiva.

David Tipple, gerente da Gun City, loja que vendeu quatro armas de fogo ao suspeito, afirmou nesta segunda-feira que não se considera responsável pelo massacre.

"Não percebemos nada fora do comum sobre este dono de uma licença de armas", disse Tipple.

Brenton Tarrant, que compareceu a uma audiência no sábado em um tribunal de Christchurch, planeja representar a si mesmo no julgamento, afirmou o advogado designado pela corte.

O advogado Richard Peters, que o representou durante a audiência preliminar, disse à AFP que o australiano, de 28 anos, "indicou que não quer um advogado".

"Ele pareceu como alguém racional e sem algum problema mental. Parece entender o que aconteceu", completou Peters.

Confiança na Justiça 

De acordo com a legislação neozelandesa, ele será julgado se alegar inocência, o que pode permitir um confronto com os sobreviventes e parentes das vítimas fatais.

Continuar a ler
Relacionado
Você já sabe quem é o Menino Ovo?

Mustafa Faruk, presidente da Federação de Associações Islâmicas da Nova Zelândia, afirmou que confia na justiça.

"Como comunidade, gostaríamos que esta pessoa fosse tratada de maneira justa, com acesso a todos os direitos. Acreditamos na justiça e sabemos que fará o que é necessário", completou.

Ao mesmo tempo, a impaciência é cada vez maior entre as famílias, que desejam receber os corpos de seus parentes. A tradição muçulmana prevê o sepultamento em um prazo de 24 horas após a morte.

Nesta segunda-feira, operários cavavam dezenas de covas em um cemitério de Christchurch. Os legistas afirmaram que esperam atender os pedidos das famílias o mais rápido possível.

De acordo com uma lista que circula entre as famílias, as vítimas fatais tinham entre 3 e 77 anos. Algumas pessoas moravam no bairro em que ficam as mesquitas, outras eram de países afastados. Ao menos dois mortos eram da mesma família, pai e filho.

De acordo com seus respectivos governos, cinco indianos morreram no massacre, assim como nove paquistaneses, um deles quado tentava deter o agressor. Trinta e uma pessoas permanecem hospitalizadas em estado crítico.


    últimas
  • Atropelamento deixa dois mortos na zona leste
    Atropelamento deixa dois mortos na zona leste
    25.03.2019 09:19
  • Economistas preveem desaceleração da economia dos EUA em 2019
    Economistas preveem desaceleração da economia dos EUA em 2019
    25.03.2019 09:18
  • Programe-se: parte de Taguatinga estará sem água nesta terça (26)
    Programe-se: parte de Taguatinga estará sem água nesta terça (26)
    25.03.2019 09:14
  • Obra altera atendimento médico em São Caetano
    Obra altera atendimento médico em São Caetano
    25.03.2019 09:00
  • Itens dos Beatles vão a leilão
    Itens dos Beatles vão a leilão
    25.03.2019 08:58
  • Taxa de inscrição do Enem neste ano será de R$ 85
    Taxa de inscrição do Enem neste ano será de R$ 85
    25.03.2019 08:55
Saber mais
  • Temas
  • Adicionar alertas
  • Nova Zelândia
  • ataque
  • terrorista
  • mesquitas
  • supremacistas
  • brancos
  • muçulmanos
Seleccione as palavras-chave em baixo para receber alertas por mail e na App do Destak
  • Nova Zelândia
  • ataque
  • terrorista
  • mesquitas
  • supremacistas
  • brancos
  • muçulmanos
Nova Zelândia vai restringir acesso às armas de fogo

Nova Zelândia vai restringir acesso às armas de fogo

Partilhar

Enviar por email

;
O DESTAK recomenda
Dois meses após Brumadinho, evacuações em Minas atingem 943 pessoas
Brasil

Dois meses após Brumadinho, evacuações em Minas atingem 943 pessoas

25.03.2019 07:00 por Carolina Cruz
Taxa de inscrição do Enem neste ano será de R$ 85
Educação

Taxa de inscrição do Enem neste ano será de R$ 85

25.03.2019 08:55 por Redação
Pré-venda para shows extras de Sandy & Junior abre na quarta (27)
Música

Pré-venda para shows extras de Sandy & Junior abre na quarta (27)

25.03.2019 08:15 por Redação
Supermercadistas estão cautelosos com as vendas de Páscoa
Seu Valor

Supermercadistas estão cautelosos com as vendas de Páscoa

25.03.2019 07:17 por Redação
CLDF desiste de pagar passagens e diárias para os deputados
Brasília

CLDF desiste de pagar passagens e diárias para os deputados

25.03.2019 07:47 por Redação
Colágeno em pó: será que funciona?
Estilo

Colágeno em pó: será que funciona?

25.03.2019 08:00 por Tatiana Py Dutra
comentários

Comentários

Comentários
Faltam 300 caracteres
este é o seu espaço para poder comentar as nossas notícias!
Próximo artigo Caixas-pretas de avião da Ethiopian mostram 'semelhanças claras' com acidente da Lion Air
Mais notícias deMundo
Foguete disparado de Gaza atinge casa ao norte de Tel Aviv

Foguete disparado de Gaza atinge casa ao norte de Tel Aviv

25.03.2019 08:36 por France Presse
Professor queniano de matemática é premiado como melhor docente do mundo

Professor queniano de matemática é premiado como melhor docente do mundo

24.03.2019 20:53 por Redação
Procurador inocenta Trump de conluio com a Rússia

Procurador inocenta Trump de conluio com a Rússia

24.03.2019 18:46 por Redação
Aviões russos levaram equipamentos e militares para a Venezuela

Aviões russos levaram equipamentos e militares para a Venezuela

24.03.2019 17:32 por Redação
Impresso do site do Jornal Destak, em www.destakjornal.com.br
// Mundo

Nova Zelândia vai restringir acesso às armas de fogo

18.03.2019 08:03 por France Presse

Após massacre em mesquitas com 50 mortos, país da Oceania vai mudar legislação

Nova Zelândia vai restringir acesso às armas de fogo

A Nova Zelândia anunciou nesta segunda-feira que adotará uma legislação mais rigorosa para a venda de armas depois do massacre de 50 pessoas em duas mesquitas cometido por um supremacista branco, que decidiu fazer a própria defesa, sem advogado, nos tribunais.


"Tomamos uma decisão como governo, estamos unidos, disse a primeira-ministra Jacinda Ardern, ao lado do vice-premier, Winston Peters, ao anunciar medidas para restringir o acesso às armas.

Peters, cujo partido Nova Zelândia Primeiro era contrário às mudanças na lei de acesso às armas, afirmou que respalda totalmente a primeira-ministra.

"A realidade é que depois das 13h de sexta-feira nosso mundo mudou para sempre. E o mesmo acontecerá com nossas leis", disse, ao citar o horário em que começou o mais violento ataque já registrado em território neozelandês.

Ardern também anunciou a abertura de uma investigação interna sobre o ataque, que provoca muitas perguntas, em particular sobre como Brenton Tarrant, fascista autoproclamado, passou despercebido pelos radares das agências de inteligência.

As redes sociais também estão no olho do furacão pela transmissão ao vivo, no Facebook e durante vários minutos, do massacre filmado por seu autor, um australiano de 28 anos.

A empresa americana afirmou que retirou 1,5 milhão de vídeos do ar. Apesar dos esforços, as redes sociais são acusadas de não terem bloqueado as imagens em "tempo real do ataque terrorista".

Um jovem de 18 anos foi acusado nesta segunda-feira por um tribunal de Christchurch por ter divulgado o vídeo transmitido pelo autor do massacre, por ter publicado uma fotografia da mesquita de Al Noor de Christchurch com a frase "objetivo alcançado" e por incitação à violência.

A tragédia provocou uma grande comoção na Nova Zelândia, país de cinco milhões de habitantes - apenas 1% deles muçulmanos -, famoso por sua tradição de hospitalidade.

Nesta segunda-feira, os neozelandeses de todas as tendências expressaram o repúdio aos ataques e ao ódio racial.

Cerimônia de purificação

Na mesquita Al Nur foi organizada uma cerimônia maori de purificação, que reuniu neozelandeses aborígenes, líderes da comunidade muçulmana e autoridades locais. Estudantes depositaram flores e acenderam velas.

Outros participaram em um novo haka, dança tradicional maori, em homenagem aos mortos. Em Auckland, os alunos de um colégio se uniram para criar a forma de um coração e a mensagem "Kia Kaha" ("Sejam fortes").

Os organizadores do maior salão de armas da Nova Zelândia, o Kumeu Militaria Show, perto de Auckland, anunciaram o cancelamento do evento após o massacre e em consequência dos "elevados riscos para a segurança".

A Nova Zelândia reforçou a legislação sobre as armas nos anos 1990, mas as leis sobre posse de armas de fogo permaneceram muito permissivas. Quase todos os pedidos de porte de armas recebem resposta positiva.

David Tipple, gerente da Gun City, loja que vendeu quatro armas de fogo ao suspeito, afirmou nesta segunda-feira que não se considera responsável pelo massacre.

"Não percebemos nada fora do comum sobre este dono de uma licença de armas", disse Tipple.

Brenton Tarrant, que compareceu a uma audiência no sábado em um tribunal de Christchurch, planeja representar a si mesmo no julgamento, afirmou o advogado designado pela corte.

O advogado Richard Peters, que o representou durante a audiência preliminar, disse à AFP que o australiano, de 28 anos, "indicou que não quer um advogado".

"Ele pareceu como alguém racional e sem algum problema mental. Parece entender o que aconteceu", completou Peters.

Confiança na Justiça 

De acordo com a legislação neozelandesa, ele será julgado se alegar inocência, o que pode permitir um confronto com os sobreviventes e parentes das vítimas fatais.

Mustafa Faruk, presidente da Federação de Associações Islâmicas da Nova Zelândia, afirmou que confia na justiça.

"Como comunidade, gostaríamos que esta pessoa fosse tratada de maneira justa, com acesso a todos os direitos. Acreditamos na justiça e sabemos que fará o que é necessário", completou.

Ao mesmo tempo, a impaciência é cada vez maior entre as famílias, que desejam receber os corpos de seus parentes. A tradição muçulmana prevê o sepultamento em um prazo de 24 horas após a morte.

Nesta segunda-feira, operários cavavam dezenas de covas em um cemitério de Christchurch. Os legistas afirmaram que esperam atender os pedidos das famílias o mais rápido possível.

De acordo com uma lista que circula entre as famílias, as vítimas fatais tinham entre 3 e 77 anos. Algumas pessoas moravam no bairro em que ficam as mesquitas, outras eram de países afastados. Ao menos dois mortos eram da mesma família, pai e filho.

De acordo com seus respectivos governos, cinco indianos morreram no massacre, assim como nove paquistaneses, um deles quado tentava deter o agressor. Trinta e uma pessoas permanecem hospitalizadas em estado crítico.

Deseja mostrar notificações
CANCELAR Continuar
Remover notificações
  • Brasil
  • Política
  • Pelo país
  • Eleições 2018
  • Mundo
  • Seu Valor
  • Mercado
  • Empresas & Negócios
  • Seu bolso
  • Franquias
  • Cidades
  • São Paulo
  • Rio de Janeiro
  • Brasília
  • ABC
  • Recife
  • Campinas
  • Esportes
  • Futebol
  • Outras Modalidades
  • Diversão & Arte
  • Música
  • Livros
  • Cinema
  • TV
  • Agenda D&A
  • São Paulo & ABC
  • Rio de Janeiro
  • Recife
  • Brasília
  • Mundo Geek
  • Viajar
  • Figura
  • Pet
  • Carreira & Formação
  • Saúde
  • Astrologia
  • TV Destak
  • Fotografias
  • Vídeos
  • Capa
  • São Paulo
  • Rio de Janeiro
  • Brasília
  • ABC
  • Recife
  • Campinas
  • Opinião Destak
  • Colunistas
  • Blogs
  • Web Destak
  • Política de Cookies
  • Ficha Técnica
  • Contatos
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • rss

© Copyright DESTAK
Todos os direitos reservados.

DESTAK EDITORA S.A. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização expressa. Copyright – Termos de uso.