"As Forças Armadas vão libertar esta região como fizeram com a maioria das regiões da Síria, pela força ou acordos de reconciliação nacional", afirmou Ali Abdullah Ayub durante coletiva de imprensa em Damasco com os comandantes das Forças Armadas iraquianas e iranianas.
Marginalizada por décadas, a minoria curda na Síria alcançou autonomia de fato desde o início da guerra civil em 2011, e agora ocupa aproximadamente 30% do território sírio.
Apoiadas pelos Estados Unidos, as forças curdas foram a ponta de lança da ofensiva contra a organização jihadista Estado Islâmico.
O anúncio inesperado em dezembro de que Washington retiraria suas tropas da Síria deixaram os curdos desamparados e os levaram a tentar estabelecer pontes com o regime de Damasco, mas até agora as negociações foram infrutíferas.
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// guerra na síria
Desde o início da guerra civil, em 2011, curdos ganham força e agora ocupam 30% do território do país
As forças militares sírias "libertarão" as áreas sob controle curdo, no norte e no nordeste da Síria, "pela força" ou mediante "acordos de reconciliação", alertou, nesta segunda-feira, o ministro da Defesa sírio.
"As Forças Armadas vão libertar esta região como fizeram com a maioria das regiões da Síria, pela força ou acordos de reconciliação nacional", afirmou Ali Abdullah Ayub durante coletiva de imprensa em Damasco com os comandantes das Forças Armadas iraquianas e iranianas.
Marginalizada por décadas, a minoria curda na Síria alcançou autonomia de fato desde o início da guerra civil em 2011, e agora ocupa aproximadamente 30% do território sírio.
Apoiadas pelos Estados Unidos, as forças curdas foram a ponta de lança da ofensiva contra a organização jihadista Estado Islâmico.
O anúncio inesperado em dezembro de que Washington retiraria suas tropas da Síria deixaram os curdos desamparados e os levaram a tentar estabelecer pontes com o regime de Damasco, mas até agora as negociações foram infrutíferas.
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