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// Massacre
Brenton Tarrant que matou 49 pessoas em mesquitas na Nova Zelândia defende nacionalismo e menciona videogames
Em tradução livre, "A Grande Substituição" é o nome do manifesto escrito pelo australiano de 28 anos que cometeu o massacre nas mesquitas de Christchurch, na Nova Zelândia. Brenton Tarrant publicou o documento com mais de 70 páginas na própria conta do twitter.
O ataque vinha sendo planejado há dois anos e com três meses de antecedência na cidade em questão como uma espécie de resposta a um ataque realizado em 2017, em Estocolmo, por um imigrante do Usbequistão que atropelou e matou cinco pessoas. Entre elas uma menina de 11 anos. O australiano assumiu contato com grupos nacionalistas.
O manifesto é uma alusão a um livro de 2012 de autoria do escritor francês Renaud Camus que defende uma polêmica: o ocidente europeu, composto por uma maioria é branca, está sendo substituído por imigrantes vindos da África que são, em parte, de religião muçulmana.
No documento em inglês, o australiano se posiciona como um nacionalista contra a diversidade racial que apoia Trump, o brexit e ainda menciona que se inspirou em outro massacre realizado na Europa, em 2011, para matar as 49 pessoas dentro das mesquitas. No caso, o massacre da Noruega de autoria de Anders Breivik, que assassinou 77 pessoas.
O atirador ainda cita dois jogos de vídeogame, como Fortnite e Spyro, e ainda usa o Brasil como exemplo de fraqueza por conter diversidade social, o que geraria conflito social, político, religioso e ético.
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