Jornais espanhóis especulam que o processo contará com a presença de Neymar, assim como com o testemunho do presidente do PSG, Nasser Al-Khelaïfi.
Protagonista da transferência mais cara da história do futebol em agosto de 2017 - 222 milhões de euros para trocar o Barça pelo PSG -, o brasileiro deixou várias pendências judiciais na Espanha, entre elas o litígio com seu antigo clube.
Depois de sua saída para a capital francesa, o Barcelona se recusou a pagar a Neymar 26 milhões de euros combinados em 2016 como parte do bônus de renovação do contrato entre ambos.
O clube também entrou com uma ação contra ele por quebra de contrato, exigindo o reembolso do bônus que já lhe havia sido entregue e de 8,5 milhões de euros em danos.
Neymar respondeu com uma queixa contra seu clube anterior para reivindicar o pagamento desse valor. O órgão arquivou o caso em fevereiro de 2018, porém, alegando que já havia outras instâncias judiciais estudando o caso.
Na semana passada, o jornal "El Mundo" afirmou que a polêmica operação também está no radar do Fisco espanhol. Segundo o jornal, a Receita solicitou ao tribunal encarregado do litígio entre Neymar e o Barça todas as informações sobre essas transações para investigar se o jogador, residente fiscal na Espanha em 2017, declarou seus impostos.
A empresa NR Sports, que administra a carreira do astro, emitiu um comunicado, reconhecendo que o Fisco espanhol quer ser mantido informado sobre o desfecho dos fatos desta audiência, mas descartou que seu representado esteja sendo investigado.
Além disso, alega a empresa, o montante da transferência para o PSG estava incluído na declaração de rendimentos enviada para a Fazenda espanhola em 2018 referente ao exercício anterior.
Nos últimos anos, a Receita espanhola tem mantido o futebol na mira. Estrelas do futebol, como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, foram condenados por sonegação fiscal.
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Craque brasileiro está na mira do Fisco da Espanha em investigação sobre sonegação de impostos
O processo entre Neymar e o Barcelona sobre o bônus de renovação do jogador no clube catalão, que deveria começar na quinta-feira, foi adiado para 27 de setembro. De acordo com um comunicado do Tribunal Superior da Justiça da Catalunha, o processo que deveria começar em 21 de março foi suspenso. A nova data foi marcada e será no dia 27 de setembro". As razões do adiamento não foram informadas.
Jornais espanhóis especulam que o processo contará com a presença de Neymar, assim como com o testemunho do presidente do PSG, Nasser Al-Khelaïfi.
Protagonista da transferência mais cara da história do futebol em agosto de 2017 - 222 milhões de euros para trocar o Barça pelo PSG -, o brasileiro deixou várias pendências judiciais na Espanha, entre elas o litígio com seu antigo clube.
Depois de sua saída para a capital francesa, o Barcelona se recusou a pagar a Neymar 26 milhões de euros combinados em 2016 como parte do bônus de renovação do contrato entre ambos.
O clube também entrou com uma ação contra ele por quebra de contrato, exigindo o reembolso do bônus que já lhe havia sido entregue e de 8,5 milhões de euros em danos.
Neymar respondeu com uma queixa contra seu clube anterior para reivindicar o pagamento desse valor. O órgão arquivou o caso em fevereiro de 2018, porém, alegando que já havia outras instâncias judiciais estudando o caso.
Na semana passada, o jornal "El Mundo" afirmou que a polêmica operação também está no radar do Fisco espanhol. Segundo o jornal, a Receita solicitou ao tribunal encarregado do litígio entre Neymar e o Barça todas as informações sobre essas transações para investigar se o jogador, residente fiscal na Espanha em 2017, declarou seus impostos.
A empresa NR Sports, que administra a carreira do astro, emitiu um comunicado, reconhecendo que o Fisco espanhol quer ser mantido informado sobre o desfecho dos fatos desta audiência, mas descartou que seu representado esteja sendo investigado.
Além disso, alega a empresa, o montante da transferência para o PSG estava incluído na declaração de rendimentos enviada para a Fazenda espanhola em 2018 referente ao exercício anterior.
Nos últimos anos, a Receita espanhola tem mantido o futebol na mira. Estrelas do futebol, como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, foram condenados por sonegação fiscal.
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