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Seu Valor

Emprego na construção tem 1ª alta após 33 meses

12 de Setembro de 2017

O aquecimento do mercado de trabalho chegou também à construção civil, um dos setores mais afetados pela crise econômica.

O nível de emprego na construção em julho subiu pela primeira vez após 33 meses consecutivos de queda, informou ontem o Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP).

O setor contratou 1.677 pessoas em julho, empregando um total de 2,458 milhões de trabalhadores, um número 0,07% maior em relação ao mês anterior, mostrou uma pesquisa da entidade em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV) com base em dados do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE).

O segmento é um dos últimos a reagir. Dados do MTE mostram que, desde abril, o mercado de trabalho formal nacional em geral vinha abrindo vagas.

O Sinduscon-SP atribuiu a melhora a segmentos como preparação de terrenos e obras de infraestrutura, mas alertou que ainda não vê uma inversão da tendência para este ano.

"Tanto a atividade da construção imobiliária como a da infraestrutura seguirão em queda em 2017, em função da falta de investimentos públicos e privados em volumes suficientes para reativar de forma robusta o nível de emprego da construção", disse o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto.

2018: virada

Segundo ele, o cenário tende a ser mais favorável no ano que vem, com o reaquecimento do mercado imobiliário e a retomada dos investimentos em infraestrutura.

Em 12 meses, o nível de emprego na construção ainda acumula queda de 10,3%.

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