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Portugal decreta luto após incêndio

18 de Junho de 2017

Portugal decretou três dias de luto nacional para homenagear as vítimas do pior incêndio florestal de sua história recente, ocorrido no sábado (17), na localidade de Pedrógão Grande, a 50 km de Coimbra.

O incêndio deixou pelo menos 61 mortos, muitos deles carbonizados no interior de seus veículos, e mais de 50 feridos.

Cerca de 900 bombeiros e 220 veículos trabalharam no combate ao fogo que causou as mortes. "Infelizmente, esta é, sem dúvida, a pior tragédia que conhecemos nesses últimos anos em termos de incêndios florestais", reconheceu o primeiro-ministro português, Antonio Costa.

Das 61 vítimas fatais, 47 estavam na estrada nacional 236, que já está sendo chamada pelos portugueses de rodovia da mortes. "É difícil dizer se estavam fugindo do fogo ou se foram surpreendidas por ele", disse o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes.

No Vaticano, o Papa Francisco expressou sua "proximidade com o querido povo português em função do devastador incêndio que arrasa as florestas (...) causando muitos mortos e feridos".

O presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, viajou à zona atingida para prestar suas condolências às famílias das vítimas, e "compartilha sua dor, em nome de todos os portugueses".

No sábado (17), um forte calor atingiu Portugal, com temperaturas que superaram os 40 graus em várias regiões. Cerca de 60 incêndios florestais foram registrados em todo o país. Os incêndios podem ter sido provocados pela queda de raios em zonas onde ocorrem tempestades elétricas.

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