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Diversão & Arte

Guerra racial é foco de 'Detroit em Rebelião'

10 de Outubro de 2017

No final da década de 1960, aconteceu nos Estados Unidos um dos maiores conflitos raciais já vistos naquele país. Durante quatro dias, as ruas de Detroit, no Estado de Michigan, capital automobilística da nação, foram tomadas por tiroteios, incêndios e muita violência. A população se revoltou contra policiais que autorizaram uma ação que levou à tortura e morte de diversas pessoas negras. "Detroit em Rebelião", que estreia amanhã, aborda esse evento, e tem Kathryn Bigelow na direção.

A cineasta é especialista em criar filmes de guerra. Uma das únicas mulheres a concorrer ao Oscar de melhor diretora nos últimos anos, ela conduziu produções como "Guerra ao Terror", obra aclamada de 2008, que tirou o Oscar de melhor filme do querido "Avatar", de James Cameron. Ela também assinou "A Hora Mais Escura" (2012), baseada na caça da polícia americana ao então mais procurado criminoso do mundo: Osama Bin Laden.

Por isso, "Detroit" mostra o conflito com uma visão bem próxima de uma guerra. Com elenco bem escolhido - John Boyega (o Finn, de "Star Wars: O Despertar da Força") à frente - e as mesmas técnicas de filmagem, ela gera uma atmosfera aterrorizante para esse período da história.

O confronto aconteceu enquanto Lyndon B. Johnson, sucessor de John F. Kennedy, era presidente. Foi ele quem conseguiu aprovação aos direitos civis, e mesmo assim colocou o exército nas ruas.

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